Comprar bitcoin: tudo o que você precisa saber antes de adquirir a moeda

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Um mundo onde comprar bitcoin para transações tem a mesma função do dinheiro em espécie, objetos são impressos em três dimensões, conexões acontecem a todo momento e robôs dominam certos mercados. Esse planeta parece estar em um futuro distante demais para você?

Então, está na hora de repensar a realidade, pois a revolução tecnológica já começou. E entender parte desse novo contexto é o meu objetivo de hoje. Vamos desvendar juntos tudo o que você precisa saber antes de comprar bitcoin: a moeda virtual do momento!

E não é por acaso que se fala tanto nela. A criptomoeda, como também é chamada, explodiu em 2017. Para se ter uma ideia, no fim do ano passado, sua valorização chegou a ultrapassar US$ 18 mil por unidade! Boom que atraiu um incontável número de interessados em comprá-la.

Também existem diversos casos de quem enriqueceu com bitcoins. Mas não para por aí. A transformação é tão grande que países como Alemanha, Japão e Rússia já aceitam a BTC como meio de pagamento. O mesmo acontece com alguns bancos e empresas internacionais.

As gigantes Google, Microsoft e WordPress são apenas algumas das entusiastas do dinheiro virtual pelo mundo. E, no Brasil, sua repercussão também tem ganho cada vez mais fôlego. A estimativa é que mais de 100 instituições já utilizem o novo formato por aqui.

E nós, da Investidor de Sucesso, recebemos inúmeras dúvidas a respeito. Mas será que comprar bitcoin é simples? Como funciona? O que fazer? Quais as vantagens? Todos os detalhes para quem desejar comprar bitcoin estão a seguir, no post hoje.

Confira e seja muito bem-vindo ao futuro!

Boa leitura!

Como comprar bitcoin – O que é a BTC e como surgiu

As primeiras bitcoins surgiram em 2009. No entanto, foi após o primeiro ato de comprar bitcoin e realizar uma transação que tudo começou. Em 2010, as moedas foram utilizadas para pagar uma pizza de 25 dólares (cerca de 10 mil BTCs na época) dando início a uma grande revolução.  

Bitcoin, portanto, é o exemplo mais popular entre os novos formatos de dinheiro que nasceram com a internet: as criptomoedas. Com elas é possível realizar todo tipo de aquisição comercial – compra de produtos e/ou serviços – assim como é feito com o dólar, euro, o real e etc.

A diferença é que essa é uma moeda virtual, criada a partir de um código de programação. Ou seja, não é física. Outro ponto que torna a bitcoin diferente do dinheiro convencional é a sua emissão descentralizada. Isso quer dizer que não há nenhuma intervenção governamental ou bancária.

Ao contrário do que acontece nas moedas físicas, emitidas por um banco central, a produção da criptomoeda é realizada por pessoas comuns interessadas no seu crescimento. Isso mesmo! Elas cedem seus computadores para fabricar bitcoins junto de toda uma rede.

O objetivo da invenção e produção descentralizada da BTC, segundo seus criadores, é o de trazer uma opção de dinheiro independente. Que em outras palavras é o de uma moeda livre de qualquer controle e que traga autonomia e confiança para o seu usuário.

Desse modo, a teoria por trás da moeda é inspirada na forma com o que o ouro se valoriza. A escassez e a raridade do metal precioso (altos custos de extração e impacto ambiental) fazem com que ele esteja sempre bem cotado no mercado. E é assim que segue o bitcoin para não perder valor.

Por isso, há um número limitado de produção para comprar bitcoin. A BTC foi planejada para que seu código produza até 21 milhões de unidades. Não se sabe ao certo, mas os rumores são de que já foram criadas cerca de 80% delas até hoje. Veja mais:

Breve história do bitcoin

Alguns relatos dizem que o criador do bitcoin foi um programador japonês chamado Satoshi Nakamoto. O significado do nome seria clareza de ideias, sapiência e rapidez de raciocínio.

Mas até hoje não se sabe sua verdadeira identidade. Em 2016, o empreendedor australiano Craig Wright declarou-se publicamente como o criador da moeda. Antes dele também surgiram algumas especulações.

Porém, a falta de provas o fez desistir de comprovar sua afirmação. Segundo ele, Satoshi Nakamoto foi um pseudônimo utilizado para proteger sua vida particular.

Além disso, Craig revelou que a ideia era também dar um ‘ar de mistério’ para a criptomoeda. Enfim… A revelação foi tão bombástica para o mercado que virou notícia em diversos sites mundiais e também na TV.

No mínimo curioso, não?! Outros ainda acreditam que a criação tenha partido de um grupo e não de uma pessoa… Mas já que não sabemos a versão oficial, continuemos a entender sobre a ‘misteriosa’ moeda:

Sobre a mineração e seu funcionamento

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O termo mineração surge baseado no mesmo princípio do ouro como vimos acima. Dessa forma, minerar é muito mais do que comprar bitcoin, é criar novas moedas. Essa é a base de todo o sistema.

As pessoas à frente dessa tarefa são chamadas de mineradores. Seu objetivo em participar, além do crescimento da BTC, está na remuneração. Isso porque quem produz as moedas também as recebe.

Tudo espelhado em uma estratégia de expansão. Veja só: em um sistema controlado por um programa de computador, os mineradores baixam um software e se conectam à rede bitcoin.

Feito isso, eles funcionam como “nós” que controlam, validam e garantem que as informações sobre a moeda permaneçam seguras. E é devido à essa “ferramenta” que não há a necessidade de centralizar a emissão do bitcoin.

Todo processo acontece com vários computadores. Esses PCs travam uma ‘disputa’ para resolver questões matemáticas bastante complexas, envolvendo a decifragem de códigos criptografados.

Aquele que chegar ao resultado primeiro recebe uma quantidade da moeda. Na sequência, o ‘ganhador’ e seus bitcoins são informados à rede, a fim de que a informação se torne pública.

O que também fica registrado em um mega banco de dados, como um livro de registros, chamado de blockchain. Tecnologia que possibilita uma troca segura de dinheiro entre as partes, além de evitar e prevenir fraudes.

Confira como é na prática:

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Comprar bitcoin ou minerar: como fazer

Hoje, o número de mineradores pelo mundo já chegou aos milhões. No entanto, se mais do que comprar bitcoin para investir, você quer minerar, é necessário estar bem preparado!

Além de ser essencial o conhecimento em programação, é preciso dedicação para descobrir o código e muita energia. Literalmente! Pois, deixar o computador ligado 24 horas demandará bastante da sua conta de luz.

Sem contar que a mineração tem se tornado cada vez mais difícil em função da quantidade finita de moedas e também por conta dos chineses, que estão massivos em cima da atividade.

Outro fator a considerar é o de que um computador, especialmente criado para minerar, pode chegar a custar até 30 mil dólares. E quanto mais complexa a tarefa se tornar, maior deve ser a capacidade desta máquina.

E isso já vem acontecendo. Atualmente, a tarefa tem rendido bem menos devido ao crescimento da rede, o que é feito propositalmente pelos programadores para impossibilitar a desvalorização.

Agora, além de obter as criptomoedas com a mineração, é possível comprar bitcoin de outras maneiras. Seja com outras pessoas ou em casas de câmbio específicas chamadas de exchanges.

Essa última é a forma mais comumente utilizada. Neste caso, deve-se transferir uma determinada quantia de uma conta corrente para a de uma corretora especializada. Com isso, a empresa fará a conversão para bitcoin.

Todos os dados relativos ao montante ficam armazenados em uma carteira digital. Depois disso, compras e demais transações já podem ser realizadas em locais que aceitam BTC, assim como, enviar para fora do país ou apenas deixar valorizar.

Comprar bitcoin com o intuito de encaminhar remessas internacionais, para pagar estudos ou despesas dos filhos em intercâmbio, tem sido o alvo de muitos usuários para se livrar dos impostos.

Isso porque as transferências da moeda não são monitoradas tornando o processo muito barato e rápido (uma das vantagens do sistema). Para isso, basta comprar bitcoin em reais, vender lá fora e sacar na moeda desejada.

Começar comprar bitcoin e vender

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Criar a carteira online para armazenar as moedas é a primeira coisa que se deve fazer. Ela funcionará como um arquivo de dados com todos os códigos válidos das criptomoedas. Sendo assim, basta encontrar sites de empresas que oferecem a modalidade, escolher a melhor opção e baixar o aplicativo.

Alguns sites nacionais e internacionais também trabalham com a comercialização das moedas, mas é preciso ter muito cuidado. Algumas instituições oferecem ainda outras criptomoedas.

Após fazer o cadastro, as transações já podem começar: Comprar bitcoin, vender ou apenas guardar as moedas. Para transferir o dinheiro que será utilizado para este fim, usa-se a conta bancária normal. E as operações se assemelham às do cartões de crédito e débito.

A diferença são as menores taxas. No mais, tudo funciona de forma segura e protegida. A única coisa a que se deve atentar é com a escolha dos locais para gastar as BTCs, essencial com cartões convencionais também.

O restante é como nas corretoras de valores tradicionais. Todo o trâmite, de comprar bitcoin e vender, é conhecido como o trade de bitcoins, que funciona de maneira parecida com o mercado de ações e de outras moedas, mas com suas ressalvas, é claro.

A cobrança do serviço prestado pela instituição, como intermediária, se dá através do spread (como no Forex). Mas os custos previstos para negociação e armazenamento não são altos.  

Sobre a definição dos preços

odos podem comprar bitcoin, mas com a grande procura a moeda ficou mais cara. Veja porque: A cotação do dinheiro comum é baseada no ouro e na prata. Isso quer dizer que por cada real, dólar ou euro que você tiver no banco conseguirá uma quantidade “x” dos metais preciosos, por exemplo.

Já o bitcoin é calculado pela lei da oferta e da procura. Dessa maneira, quanto maior a demanda, maior será o seu preço e o mesmo acontecerá quando for ao contrário.

O histórico da criptomoeda mostra realmente uma forte oscilação de valores ao longo do tempo. A quatro anos atrás, a BTC passou por sua maior desvalorização, mas caiu no gosto popular novamente nos períodos seguintes, aumentando o seu valor.

Em 2017, oito anos após ser lançada por centavos de dólar, a bitcoin decolou feito um foguete. Cada unidade já chegou a quase 60 mil reais (US$ 18 mil) em meados do ano passado. Uma valorização jamais vista antes!

Todavia, as opiniões divergem em relação a esse movimento de alta. Defensores afirmam que tamanho interesse de comprar bitcoin deve continuar. E o lado oposto diz que a moeda vive uma bolha, pronta para estourar a qualquer momento.

Sim ou não, o que sabemos é que este ano a criptomoeda já passou por algumas derrocadas. Então, será que é seguro investir em BTC?

Conheça os riscos

Armazenamento: Acredita-se que o fator mais complicado de investir em bitcoins seja a falta de segurança para armazená-las, pois não existe nenhum órgão que assegure uma possível perda de capital. O que pode ocorrer caso a corretora quebre ou seja atacada por hackers.

Garantia: Não há nada que comprove o valor que se paga por um bitcoin, ou seja, a criptomoeda não possui um lastro ou garantia. Neste caso, a única base de análise é a lei da oferta e da procura como vimos. Entenda melhor nesta publicação.

Regulação: Embora a liberdade monetária seja uma das bandeiras dos criadores da bitcoin, a falta de uma regulação também traz insegurança para a moeda. Ainda não existem países que a adotaram como moeda oficial, o que agrava ainda mais essa negativa.

Entendimento e análise: apesar de bastante divulgada, a criptomoeda não é compreendida tão facilmente pela maioria das pessoas. E também faltam critérios para analisar como comprar bitcoin, entre outros importantes fatores para se fazer um bom investimento.

Recomendações: Fuja de promessas muito extravagantes, evite sistema de pirâmide na mineração, verifique toda a parte de depósito de lucros e como é feito (precisa ser na sua carteira virtual) e pesquise muito sobre a reputação das empresas na internet.

Oito vantagens de comprar bitcoin

1 – Valorização: o bitcoin foi o investimento que mais se valorizou em 2017.

2 – Proteção do capital em crises econômicas mundiais.

3 – Eliminação da necessidade de imprimir dinheiro.

4 – Seu uso tem se expandido cada vez mais em todos os países.

5- Envios de remessas, pagamentos e transações bastante dinâmicos.

6 – Transferência de pessoa para pessoa (P2P).

7 – Menores taxas em relação à moeda tradicional.

7 – Possibilidade remota de confisco.

8 – Sistema descentralizado (potencial político).

Antes de comprar bitcoin saiba como a moeda é protegida

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A lógica funciona da seguinte forma: toda informação perceptível é transformada em uma combinação de códigos incompreensível para agentes externos à rede bitcoin. O nome disso é criptografia.

Que nada mais é do que uma forma manter dados sigilosos. E é assim que comprar bitcoin ganha proteção. Mas não pense ser um recurso exclusivo da BTC. A criptografia hoje está em tudo: senhas online, WhatsApp e etc. Se ela não existisse, qualquer um poderia deter seus acessos.

Logo, somente quem emite e quem recebe a informação consegue compreender os códigos enviados. E a manutenção disso, no caso da bitcoin, é feita pela cadeia descentralizada de nós.

Ao mesmo tempo, eles produzem e armazenam diversas cópias atuais de todas as transações. Assim que se sabe quantas moedas cada usuário possui. Já operações fraudulentas devem ser impedidas com a blockchain – ‘livro de registros’ com os detalhes de cada negociação.

Então, antes de comprar bitcoin, por exemplo, o usuário é identificado por uma chave-pública. Sendo que os registros da BTC permitem que se possa criar quantas chaves precisar.

Dessa maneira, para descobrir sua identidade, seria necessário reunir todas as chaves geradas por ele. O que poderia facilitar a ação de criminosos. Isso porque os dados pessoais não ficam gravados no lastro da moeda, como vimos. E para utilizar carteiras virtuais basta um e-mail que pode ser falso.

Porém, mesmo com dispensa da identificação em muitas situações, os criadores alegam que um criminoso pode ser facilmente detectado. Graças a todas as informações salvas e abertas à comunidade bitcoin.

Algumas polêmicas

Com a possibilidade de usar dinheiro sem rastros, usuários mais fervorosos passaram a fazer parte de grupos voltados ao anarquismo e a contribuir financeiramente com projetos de mesmo cunho.

O anonimato não só movimentou ativistas como também ajudou criminosos. Um exemplo desses casos é o Tor, rede integrante da deep web – conhecida como o “lado escuro da internet”. Uma das páginas mais conhecidas por lá foi a o Silk Roadcomércio anônimo de drogas que foi derrubado pelo FBI.

Outro caso polêmico foi o da WikiLeaks, que supostamente recebeu doações em BTC no ano de 2011. Atualmente, a maior polêmica é a divergência do foco político da moeda do interesse econômico de muitos.

Saiba mais sobre a…

A expansão da criptomoeda

Antes de comprar bitcoin se tornar um investimento, a aquisição funcionava exclusivamente como uma alternativa ao dinheiro convencional. Com a única finalidade de comprar e vender mercadorias e/ou serviços.

Todavia, um estudo americano revelou que a maioria das pessoas que utiliza bitcoins busca, realmente, lucrar com a moeda. Na sequência, destacaram-se os anseios políticos, o anonimato e descentralização. Sem contar alguns que a aderem somente pela curiosidade.

Com tantos múltiplos interesses, a expansão da BTC não pára. Em alguns países já é possível obter diárias em hotéis, bicicletas, cervejas, pedir pizza, fazer cirurgias, comprar pacotes de viagens e até mesmo uma casa!

Além de todas essas possibilidades, empresas como Dell, Microsoft e Paypal também aceitam a criptomoeda como forma de pagamento. Para saber onde estão estes e outros locais basta acessar esse mapa colaborativo.

Ele foi criado por desenvolvedores que utilizam o código da bitcoin para localizar estabelecimentos que a aceitam pelo mundo. As informações não são totalmente precisas, mas já dá para ter uma ideia do avanço da moeda.

No Brasil, embora a legislação não reconheça criptomoedas como dinheiro, a Receita Federal exige que a posse de qualquer uma delas seja declarada no Imposto de Renda. E, quando houver ganhos, o tributo irá incidir sobre o lucro. Saiba mais nesta publicação.

Conclusão sobre comprar bitcoin: Haverá uma bolha?

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Um grande número de pessoas fica em dúvida sobre isso antes de comprar bitcoin. Muito pelo fato de que a própria rede realiza todas as tarefas pertinentes à emissão e certificação de novas transações. O que gera muito ceticismo e carrega consigo a sensação de uma nova bolha econômica.

Toda especulação em torno da BTC, e a volatilidade intrínseca, com o peso da falta de uma regulação e controle ‘adequados’, digamos assim, também deixa esse sentimento ainda mais potencializado.

Contudo, o que mais pesa para maioria esmagadora é a ‘não garantia’ caso se perca tudo que foi investido na criptomoeda. Sem contar a permissividade que existe para utilizá-la e que pode levar à sua total derrocada, visto a demanda pela lei da oferta e da procura.

Vantagens para alguns. Desvantagens para outros. Para mim, a maior questão é que, se você tem a intenção de comprar bitcoin para investir, atente-se a todos os fatores que analisamos hoje.

E antes de definir qualquer quantia, lembre que toda aplicação financeira envolve riscos.  Saiba quais são eles e esteja prevenido caso aconteçam perdas. Não esqueça de também escolher um local seguro para armazenar suas moedas como vimos ao longo da explicação.

Desse modo, minha conclusão é: tenha sempre cautela. Principal recomendação que eu lhe dou. Outra questão que merece atenção: não comprometa uma parcela essencial do seu patrimônio para essa finalidade.

Vá devagar. E não deixe de assistir esse vídeo abaixo e mais essa última dica:

Convite especial para você…

O futuro já começou, mas calcular os passos que daremos, principalmente em relação às finanças, não ficou démodé. O segredo está em saber o motivo pela qual estamos realizando determinado investimento. Portanto, estude e esteja próximo do mercado.

É assim que irá escolher as melhores aplicações para você. Não importa qual ela seja, Forex, Bolsa de Valores, Fundos Imobiliários ou mesmo bitcoins e outras criptomoedas.

Afinal, não sabemos se essa moeda virtual não mudará a economia mundial para sempre, não é mesmo? E nunca pecamos pelo excesso de informação. Então, continue conosco aqui no Blog e veja como se preparar para um futuro ainda mais tecnológico nesta videoaula exclusiva.

Tenho certeza que esse encontro será uma ótima alternativa para você repensar seus conceitos no que se refere a investimentos automatizados de alta rentabilidade.

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Desejo a você ótimos investimentos e até a próxima…

Marcello.